quinta-feira, 30 de agosto de 2007



A história se repete em qualquer cidade do Brasil. Você está na fila de um cinema ou casa noturna quando, do nada, alguém chega abrindo espaço e reclamando da angustiante demora. Logo, as palavrinhas mágicas: "não vou pegar fila, meu pai é juíz", com evidente ameaça de telefonar para o pai.
Pois eu digo. É assim e sempre será. Menosprezo e arrogância. Um ser superior, inatingível, sem julgamento. O procurador Thales Ferri Schoedel, que deveria ser um exemplo, agiu da mesma forma que alguns filhos de seus colegas.
Se a vítima fosse filho do procurador? Bom, você já sabe. Matéria de capa do Fantástico e do Jornal Nacional, passeata em algumas capitais e capa de revista. No mínimo. Mas não, infelizmente essa revolta não será possível.
Diego Mendes era apenas brasileiro. Apenas mais um.
Créditos: J.B

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